Criado em cativeiro
Alimentado com ração nobre
A sombra de um animal feliz
Seu instinto anda meio pobre
Houve futuro em seu nome
A criança pensou que era Deus
Tudo que sempre quis
Desde pequeno sempre um ateu
Aí a vez da loucura
Resolve abandonar tudo
Ir pra terra da concorrência
Só agora caiu no mundo
Leva tapa de mariposa
Percebe que é um filhote
Que ficou preso na sua forma
Na sua vida foi um mascote
Símbolo da fraqueza
Nunca teve que batalhar
Agora percebe que é fraco
Sofrer e levantar
De igual para igual ele ensina
Com juros recupera a sua sina
Sombrio e perturbado o início
Agora ele vai sofrer com o pó
Tirar a casca do humano só
Uma criança escondida no que era
Agora criar maturidade e guerra
Luta para conseguir o que quer
Enfim um adulto
Dono da própria vida
Deus da escolha
Mestre do desejo
Líder da sua mente
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