domingo, 3 de fevereiro de 2013

Mundo de Orge

O mundo de Orge
A cor mora lá
O calor ta preso dentro
, lá Perco dias da minha vida procurando as chaves
para o portão que bloqueia toda luz
Se trancou lá o amor
e agora não sai mais

#1

Fechado de todo universo
Não encontra a chave
Aquele ser moribundo
que conseguiu estragar, pirou e teve o mundo de pernas pro ar
se fechou na solidão
agora está perdido no escuro
Espera a porta abrir
Alguém chegar
Ele faz a reza por comida
combustível pra essa máquina
Ele não tem mais aquela dor
mas também não tem paixão
Apenas uma placa branca
que espera a volta do escrivão
Nada afeta e nada interessa
Apenas perdido, ele vive

O Artista

O artista escreve sobre si
De uma forma exagerada ele expressa sua vida
O que já foi escrito, se concretiza em escritas
o seu ego é tão grande que ele precisa alimenta-lo
com palavras são ditados, todos seus males

#2

Meu maior defeito é não saber o que eu quero
Me confundo entre ciclos e não decido o meu rumo
Escolho um caminho pra seguir, mas logo penso duas vezes
Realmente é isso que eu quero ou é apenas um devaneio
Logo me vejo preso
em um purgatório de mordomias
onde fico em cima do muro
e minha bacio continua vazio
não acrescento nada concreto
nem termino o que comecei
ser aisso um problema de metas
ou um erro de fabricação?

Nos dedos te Deixei

Eu sei que eu tive um breve momento
o teu sentimento eu consquistei
Mas logo errei
e a solidão me encontrou
Tanto eu quis esses lábios tão brancos
Por pouco e tive em minhas mãos
mas logo pequei e e a nossa história acabou
Tolo é o homem que bebe pra ter
A coragem de amar
mal sabe ele que a vida derruba
Quem não sabe casar
e digo mais, a vida escreve o seu próprio NADA

O Anão procura da certeza

Ajuda, a alma perde a curva
O caminho se escurece na cabeça de de quem vive
Socorro, pede o porco triturado
Ao que vive sempre sobra uma derrota
E é essa roupa que o anão quer vestir
Procura certeza na saudade da altura
Seus cabelos são mais longo que sua informação
Bete bola sobre vem
Qual é a arte de jogar

Servidor de pratos Crus

Perco as forças e a paixão
Luto ainda pela breve ilusão que,
um dia me motivou

Não sei se acredito, que consigo
encontrar; minha alma e inspiração

Já não exponho com letras ou notas
a minha vida que senti
Não me ocorre se ainda sinto
coisas ou me iludi

Vazio e pesado, com a voz cheia
horror e pedido de ajuda
Não sei mais se ainda tenho todo;
oh, brilho que me fez achar
Que era simples bastava esperar
que meu sonho ia realizar

Peço que fuja e pense, é o caminho que você quer
Apagar a única chama que um dia já brilhou
O resto não me sirvo a servir

Um pouco de Amor, Por Favor

Me traz um copo de amor
já me falta a muito tempo
Não sei mais qual o sabor
quero provar desse tempero

Que todos falam mas eu  nunca sei
poucos raros se abrem pra essa ilusão

Realidade de muitos. O valor já acabou
Perdeu as forças e agora virou conto

História em que poucos ainda acreditam,
 que ainda é possivel encontrar o amor

é nada

A arte não finalizada é como a mulher que não foi trovada
Só na imaginação do artista ela tem vida, para que não viu de perto
É apenas nada.
A vida é muito curta
para gastar como não quer

Não te deixa dominar
pela fraqueza da espera

Faz o que tu queres, só não não abusa de quem não deves